terça-feira, 9 de agosto de 2016

Sarandi - Novos convênios são assinados entre a Caixa Econômica Federal e o Município

Recentemente foi divulgado pela grande mídia, a informação referente a assinatura de convênios entre a Prefeitura Municipal de Sarandi e a Caixa Econômica Federal. Poucos dias após esse fato, a Administração Municipal assinou novos convênios com a mesma instituição, em ato ocorrido no gabinete municipal na presença do Prefeito Paulo Kasper, secretário de administração Sidnei Piccini, toda a equipe da secretaria de planejamento e a gerente da unidade de caixa Econômica Federal, Mara Lúcia Reginato Vieira.


Na ocasião foram assinados os seguintes convênios:
· Aquisição de máquina agrícola e rodoviário (Trator 4x4). Valor R$ 112.000,00. Recursos da União R$110.170,00 tendo a contrapartida do município no valor de R$1.825,00;


· Aquisição de Patrulha Agrícola. Valor total R$100.50,00. Recursos da União R$97.500,00 tendo a contrapartida do município no valor de R$3.000,00. Equipamentos: 03 unidades de carreta basculante metálica com capacidade de 06 toneladas, 01 unidade de colheitadeira de silagem com uma linha de corte um kit de inverno, 04 unidades de classificador de sementes.

· Aquisição de implementos agrícolas e equipamentos. Valor total R$150.900,00. Recursos da União R$149.219,00 tendo a contrapartida do município no valor de R$1681,00. Equipamentos: 01 lavador de frutas e legumes, 01 embaladora a vácuo, 01 rolo faca com rodado hidráulico, 01 caçamba raspadora hidráulica, 01 plantadeira múltipla de grãos de arrasto com no mínimo 05 linhas, 04 unidade mesa total inox, 01 unidade classificadora de frutas e legumes, sistema por gravidade, 02 encantaderia com enxada rotativa e 06 unidades de sementes de hortaliças, manual com 04 linhas.

· Aquisição de veículo para turismo rural e equipamentos para a comercialização de produtos da agricultura familiar. Valor total R$101.000,00. Recursos da União R$100.000,00 tendo a contrapartida do município no valor de R$1000,00. Equipamentos: 02 unidades de laminador de mesa, 02 unidades de forno de lastro a gás com porta basculante, 02 unidades de extrusor e moedor com capacidade de 15 kg de massa, 02 unidades de fogão a gás industrial, 02 unidades de balcão térmico, 10 unidades de garrafa térmica, 02 unidades de kit faqueiro, 01 unidade de reboque para transporte de passageiros, 02 unidades de conjuntos de louças, 02 unidades de espremedor de frutas industrial, 02 unidades de batedeira industrial, 02 unidades de liquidificador industrial inox, 02 unidades de fritadeira industrial inox.
O prefeito Paulo Kasper reitera que a Administração vem trabalhando forte para conseguir recursos e executar ações que beneficiam o meio rural e o perímetro urbano. “Agradeço a forte parceria que temos a com a Caixa Econômica Federal e a gerente de Sarandi, Mara. Iremos fazer boas e pontuais ações ainda no ano de 2016 em diversas áreas da municipalidade”, destacou o prefeito.



P.M.Sarandi - Joel De Brito
Joel De Brito - Diretor Geral
(54) 9998 5516 - comercialdiariors@gmail.com
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Pelo menos 73 prefeituras do RS podem parcelar os salários do funcionalismo

Um estudo realizado pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) constatou que pelo menos 73 prefeituras gaúchas podem parcelar o pagamento dos salários dos servidores municipais até o final deste ano. O número corresponde a 24% dos 306 municípios que responderam essa pergunta no questionário enviado pela entidade. O levantamento contou, ao todo, com 316 respostas, e foi realizado entre os meses de abril e julho de 2016.

Indagados sobre as causas da crise financeira, 89% dos prefeitos que responderam à pesquisa apontam como principal dificuldade a queda nos repasses federais. Corte de verbas estaduais (83%) e aumento das despesas com folha de pagamento (57%) também foram citados como fatores que comprometem a gestão municipal.

O presidente da Famurs e prefeito de Arroio do Sal, Luciano Pinto, explica que parcelamento é uma ação amarga imposta pela falta de outras alternativas. “Só a possibilidade de atrasar salários é algo terrível para o gestor público. Agora é uma medida que passa a ser real porque os repasses tiveram uma queda, principalmente o Fundo de Participação dos Municípios. A crise não foi criada pelos prefeitos”, ponderou.

O coordenador do departamento jurídico da Famurs, Esteder Jacomini, explica que protelar o pagamento dos funcionários públicos é tema controverso entre os operadores do Direito. Ele classifica a medida como arriscada. “Se um município parcelar salário, ele pode ter complicações perante o Poder Judiciário e o Tribunal de Contas”, avaliou.

Em 2016, apenas uma parcela (64%) das prefeituras gaúchas conseguiu corrigir o salário do funcionalismo de acordo com a inflação. Conforme a pesquisa da Famurs, 36% dos municípios não concedeu aumento integral aos servidores municipais. "Essa foi uma das dificuldades enfrentadas pelas prefeituras neste ano", comenta a assessora técnica da Área de Receitas Municipais da Famurs, Cinara Ritter.

Boa parte das prefeituras concedeu reajuste inferior à inflação. Essa foi a alternativa encontrada por 75 cidades (24%). Outra solução, utilizada por 28 municípios (9%), foi parcelar o reajuste. Em 12 municípios (3%), os funcionários públicos não receberam aumento salarial. "A falta de recursos e o risco de extrapolar o limite da folha de pagamento, estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, restringiram a concessão de aumentos ao funcionalismo", justificou Cinara.

Queda no repasse do FPM agrava crise financeira dos municípios

A dificuldade enfrentada pelas prefeituras foi evidenciada com a recente divulgação de outro estudo realizado pela Famurs. No levantamento, foi demonstrado que as prefeituras gaúchas deixaram de receber R$ 209,6 milhões da União no primeiro semestre de 2016. A defasagem nas receitas foi provocada pela queda na arrecadação do governo federal, que afetou os repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Conforme projeção do governo federal, apresentada no Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2016, era previsto um crescimento de 7,9% nas receitas do FPM em relação ao ano passado. É com base nesse cálculo, elaborado pela Secretaria do Tesouro Nacional, que as prefeituras projetam seus orçamentos. Dessa forma, os municípios gaúchos seriam contemplados com um repasse de R$ 2,556 bilhões nos primeiros seis meses de 2016. No entanto, as prefeituras receberam apenas R$ 2,346 bilhões da União. Uma defasagem de quase R$ 210 milhões.

“Corremos o risco de que falte dinheiro para pagar a folha”.

Em fevereiro deste ano, ganhou destaque na imprensa da capital a informação de que a prefeitura de Porto Alegre poderia parcelar ou atrasar o pagamento dos salários dos servidores municipais. O prefeito José Fortunati afirma que tem trabalhado “para que isso não aconteça”. Empenhado em equilibrar as finanças, ele vedou, a partir de março, gastos com passagens, diárias, novos contratos e convênios que gerem despesa. Além disso, foi suspensa a criação de cargos, gratificações, contratações e concursos. Foi criado ainda um grupo de trabalho que atua na análise de gastos e nas medidas de contingenciamento.

Fortunati avalia que a falta de recursos nos municípios é uma combinação de antigos e novos problemas. “A crise financeira que atinge não só a prefeitura de Porto Alegre, mas todos os municípios e estados do Brasil, é o que tem feito as administrações municipais penarem para manter a máquina funcionando de forma adequada. Uma das grandes causas dessa dificuldade reside no fato de que o Congresso Nacional, o Governo Federal, o Poder Judiciário, Ministério Público e etc impõem, a cada dia, novas responsabilidades aos municípios sem que exista uma contrapartida financeira para o pagamento das despesas. É muito fácil ‘fazer o milagre’ com o orçamento dos outros”, reclamou.

Para agravar ainda mais as dificuldades financeiras, Porto Alegre foi, no primeiro semestre de 2016, o município que teve a maior perda na arrecadação do FPM. A prefeitura deixou de receber aproximadamente R$ 13 milhões. Com esta verba, seria possível construir, por exemplo, 11 escolas de educação infantil. “Não existe fórmula mágica. Com cada vez menos recursos e mais despesas, corremos o risco de que falte dinheiro para pagar a folha” refletiu José Fortunati.

“Não está descartado o parcelamento”.

O município de Porto Mauá, na Grande Santa Rosa, tem como principal fonte de recursos o FPM, que representa aproximadamente 70% de toda a arrecadação. Com a responsabilidade pelo pagamento dos salários de 120 servidores, o prefeito Guerino Pisoni demonstra preocupação. “O segundo semestre já se mostra ameaçador. Não está descartado o parcelamento”, projetou. A estimativa é de que as dificuldades financeiras da prefeitura se agravem a partir de setembro.

No início deste ano, Porto Mauá concedeu reajuste de 11,28% aos servidores. A medida, segundo o prefeito, contribuiu para agravar a situação das finanças do município porque a elevação dos salários incide sobre “outros benefícios e vantagens” dos servidores. A folha de pagamento já drena 45,53% da receita corrente líquida (RCL) da prefeitura. A Lei de Responsabilidade Fiscal prevê que o poder executivo municipal pode aplicar até 54% da RCL em salários.

Cresceu, nos últimos anos, o desequilíbrio entre receitas e despesas do município de quase 2,6 habitantes. Situação que, na avaliação do prefeito, contribuiu para as dificuldades financeiras de Porto Mauá. Para piorar, os convênios com a União e o Estado oneraram a prefeitura. “Foram muitas responsabilidades, programas e ações repassadas ao município. Essa transferência sobrecarregou a folha de pagamento e a estrutura de serviços que o município presta à população”, lamentou.

“As prefeituras estão chegando ou já bateram no fundo do poço”.


A prefeitura de Santo Ângelo, nas Missões, tem feito uma verdadeira engenharia financeira para não deixar de atender as demandas dos quase 79 mil habitantes. No seu segundo mandato como prefeito, Valdir Andres afirma que nunca tinha visto um cenário de tantas dificuldades. “A crise dos municípios é a maior dos últimos 40 anos. As prefeituras estão chegando ou já bateram no fundo do poço. Já não tem para onde descer”, avaliou, ao comparar a conjuntura atual com a realidade administrativa da década de 1980, quando foi prefeito pela primeira vez.

No atual mandato, Andres reduziu o número de servidores de 1.660 para 1.380. Diante da atual crise, não foi dada recomposição salarial aos funcionários municipais em 2016. Ele classifica como “dramática” a situação das finanças da prefeitura. O ponto crítico da arrecadação será atingido em novembro. “Se continuar essa queda de receita, nada pode ser descartado”, explicou o prefeito sobre a possibilidade de parcelar os salários.

Apesar de todo o esforço para economizar, Valdir Andres lembra que o crescimento vegetativo das despesas do município colabora para o desequilíbrio das contas. Outra dificuldade enfrentada pela prefeitura é o aumento da judicialização nas áreas da saúde, assistência social e habitação. O prefeito critica o papel desempenhado pelos demais entes federados. “Os poderes federal e estadual e o judiciário cada dia exigem que a prefeitura bote o seu dinheiro em atividades que não seriam do município”, reclamou.

“A estabilidade no emprego tem que ser repensada no país”.

O último repasse do FPM frustrou o governo de Carlos Barbosa. Dos R$ 685 mil esperados, o município da Serra recebeu R$ 400 mil. A prefeitura, apesar das dificuldades, tem pago em dia o salário dos 596 servidores. No entanto, o prefeito Fernando Xavier é realista em relação ao futuro. “É possível que teremos que fazer o parcelamento de salário. Digo isso até para preparar psicologicamente os servidores e a sociedade”, explicou.

Hoje, a prefeitura compromete 43% da receita corrente líquida com a folha de pagamento. Diante das dificuldades financeiras, o município de Carlos Barbosa precisou dividir em três parcelas o pagamento da recomposição salarial de 12,08%, que foi concedida aos servidores em 2016.

Xavier acredita que a atual crise é uma oportunidade para se repensar as leis. “Precisamos de mudanças na legislação. A estabilidade [dos servidores públicos] no emprego tem que ser repensada no país”, defendeu. Ele avalia que apenas algumas funções, como juiz, promotor, fiscal e agente administrativo, devem ter algum tipo de garantia para escapar de perseguições políticas.

“Os planos de carreira vão inviabilizar as prefeituras”.

No Sul do Estado, o governo de Pedro Osório tem apertado o cinto para garantir que os servidores municipais recebam em dia. No entanto, o comportamento das finanças do município nos próximos meses já é motivo de preocupação. “Nós estamos com a possibilidade de parcelar [os salários dos funcionários públicos] logo ali”, avaliou o prefeito César de Brito. Se as receitas continuarem em queda, o dirigente projeta que já enfrentará dificuldades a partir de setembro.

Na sexta-feira (8/7), o município esperava receber R$ 380 mil no repasse do Fundo de Participação dos Municípios. Foi depositado na conta da prefeitura menos da metade: R$ 170 mil. O FPM representa 56% de tudo que é arrecadado. Com oito mil habitantes, Pedro Osório conta, entre ativos e inativos, com 300 servidores. Hoje, a folha salarial consome 50% da receita do município.

Na avaliação do prefeito, a necessidade de conceder reajuste aos servidores mesmo quando as finanças do município não vão bem dificulta a vida dos gestores municipais. “Os planos de carreira vão inviabilizar as prefeituras em 10 anos”, projetou. Brito cobra uma ação imediata da União. “O governo federal deveria aumentar o repasse do FPM. Não tem mais onde cortar”, defendeu.

“Exaurimos a capacidade de arrecadação do município”.

Na Região Celeiro, a prefeitura de Chiapetta já não tem recursos para cumprir todas as obrigações. “Existe a possibilidade [de parcelamento de salários] porque vivemos uma incógnita diante dos repasses dos FPM e ICMS. Estamos pagando a folha em dia, mas atrasando os fornecedores”, explicou o prefeito Osmar Kuhn. Hoje, o município investe, por mês, R$ 600 mil para pagar os 268 funcionários.

O dirigente avalia que as isenções fiscais concedidas pelo governo federal nos últimos anos, como redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), retiraram recursos das prefeituras. “Quando faz concessões, [a União] mete a mão no dinheiro dos municípios”, reclamou Kuhn.

O prefeito de Chiapetta defende que a melhora nas finanças passa por uma redistribuição mais justa do bolo tributário. “Se não mexer no pacto federativo, estaremos com o pires na mão. Já exaurimos a capacidade de arrecadação do município”, lamentou.

“Ano mais difícil em termos de recursos”.

No inverno, a economia de Gramado, na Serra Gaúcha, é beneficiada pela presença de um grande número de turistas, que geram os dividendos necessários para equilibrar as contas do município. O prefeito Nestor Tissot classifica 2016 como o “ano mais difícil em termos de recursos”. O pagamento dos salários dos 1,2 mil funcionários públicos consome 44% da arrecadação da prefeitura.

Ainda não foi necessário parcelar o vencimento dos servidores. No entanto, Tissot afirma que o “cenário é preocupante [para as finanças do município]” nos meses de agosto, setembro e outubro, período em que diminui o número de visitantes na cidade.

“É preciso construir um pacto federativo”.

O corte de despesas tem garantido que o município de Vale do Sol, no Vale do Rio Pardo, pague em dia os salários dos 335 servidores ativos. No entanto, a possibilidade de parcelar o vencimento dos funcionários municipais preocupa o prefeito Clécio Halmenschlager. “Se a receita continuar caindo, não é impossível de acontecer”, ponderou.

O prefeito avalia que a situação da economia brasileira e dificuldades locais colocaram o município nesta situação. Reclama também que a prefeitura precisa investir recurso livre para manter os programas da União e Estado. Halmenschlager espera que os congressistas compreendam a dificuldade vivida pelos municípios brasileiros e façam as mudanças necessárias na legislação. “Para não entrarmos no estágio falimentar, é preciso construir um pacto federativo. É no município que tudo acontece”, defendeu.

O que é o FPM

O Fundo de Participação dos Municípios é uma importante fonte de receita dos municípios brasileiros. Composto por 24,5% de toda a arrecadação do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto de Renda (IR), o Fundo é recolhido pelo governo federal e distribuído a todos os municípios de acordo com o número da população. A receita do FPM chega a representar mais de 80% de todos os recursos de algumas cidades gaúchas como São Pedro das Missões (84,3%) e Lajeado do Bugre (83,5%), segundo estudo da Famurs.

Lei de Responsabilidade Fiscal

A Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101, de 04/05/2000) estabelece, em regime nacional, parâmetros a serem seguidos relativos ao gasto público da União, Estados e Municípios. Uma de suas responsabilidades é das despesas com pessoal, que não deve exceder o limite de 60% a Estados e municípios e 50% da União. Caso haja seu descumprimento, o ente federado recebe punições: não pode contratar operações de crédito, não recebe transferências voluntárias e não obtém garantias para empréstimos.
Fonte: AMZOP
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"'Pokémon Go' é máquina de coleta de dados", alerta especialista

Aplicativo armazena informações "exatas e detalhadas" sobre cada movimento do usuário e pode condicionar o comportamento do consumidor, afirma comissária alemã para privacidade.

A comissária para a privacidade no estado alemão de Schleswig-Holstein, Marit Hansen, lançou um alerta sobre o Pokémon Go. Em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt publicada nesta sexta-feira (05/08), Hansen afirmou que o jogo armazena dados "exatos e detalhados" de cada movimento dos usuários pelas ruas.

"É uma máquina gigante de coleta de dados", disse, acrescentando que o aplicativo de realidade aumentada, além de espionar, também pode condicionar o comportamento do consumidor.

A Niantic, empresa baseada na Califórnia e que ajudou a desenvolver o jogo, não buscou apenas acesso a câmeras e microfones, mas também disponibilizou uma ferramenta de marketing para "deliberadamente orientar" os usuários do jogo aos chamados "Pokestops" em estabelecimentos comerciais, afirmou Hansen.

A especialista em política de privacidade apontou também para a falta de controles legais, repetindo diversas advertências recentes sobre o aplicativo feitas em Nova York, na Austrália e nos Emirados Árabes Unidos.

"Como o jogo utiliza um provedor de fora da Europa, não temos o apoio jurídico para agir", disse Hansen, referindo-se às disputas entre União Europeia (UE) e os EUA sobre a transferência de dados transatlânticos e a cooperação da Niantic com o Google Maps.

No mês passado, a Federação das Associações Alemãs de Consumidores (VZBV, na sigla em alemão) disse que contestou 15 cláusulas dos termos de uso e privacidade da Niantic, dando à empresa americana até 9 de agosto para responder. Caso a Niantic não se pronuncie, a VZBV advertiu levar o caso a um tribunal.

"Era do controle total"

O editor-adjunto do Handelsblatt, Thomas Tuma, disse em seu editorial desta sexta-feira: "Pokémon Go é o ponto de partida para uma nova era de controle total." Em apenas três semanas, 75 milhões de pessoas baixaram o aplicativo – "todas sem terem sido forçadas ou mostrado resistência", disse Tuma.

"Fisgados, porque é inicialmente gratuito, temos de pagar mais do que nunca com os nossos dados", incluindo nossas listas de amigos, acrescentou Tuma.

O jogo, lançado no Brasil na noite desta quarta-feira, envolve diversos problemas graves, alerta o editor, porque todos os "monstrinhos são os cavalos de Troia com os quais a indústria da internet abre o caminho para nossas cabeças e nossas carteiras". "Nós, os usuários, estamos sendo explorados", disse. "Os que estão sendo capturados somos nós mesmos."

Campo fértil para criminosos

Na segunda-feira, o governador de Nova York, Andrew Cuomo, ordenou que o departamento correcional proibisse que os cerca de três mil criminosos sexuais do estado usassem o Pokémon Go.

Uma das ferramentas do jogo, que permite aos usuários colocar iscas para atrair jogadores a locais específicos, possui o potencial de ser usada por "predadores" em busca de crianças, afirmou Cuomo. Em seu site, a Niantic diz que os usuário não podem ter menos de 13 anos de idade para jogar seus jogos.

Nos EUA, a mania Pokémon Go levou pessoas a andar em quintais, calçadas, cemitérios e até mesmo em estacionamentos policiais – sempre em busca dos monstros do famosos desenho animadoPokémon.

Nos Emirados Árabes Unidos, há duas semanas, a autoridade de telecomunicações TRA alertou os usuários para não ativarem as câmeras de seus celulares em casa ou em outras áreas privadas. E na Austrália, a polícia comunicou que um casal foi ameaçado com uma arma num parque ao sul de Sydney.

Por Made for Minds

Fonte: 
DiárioRS
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CESURG|SARANDI sorteará bolsas de estudo no Spetacollo Tum Tum

O público presente durante o Spetacollo Tum Tum, que será apresentado nos próximos dias 17, 18, 19 e 20 de agosto em Barra Funda, terá a
oportunidade de concorrer a três bolsas de estudo sorteadas pelo CESURG nos valores de 100%, 50% e 25% para qualquer curso superior ou profissionalizante.
A ação é parte de uma parceria entre a faculdade e a administração municipal do município e será realizada com o objetivo de repetir o sucesso do ano anterior, quando outras três bolsas foram rifadas durante o Spectacle Sonhos, em Novembro.
Para concorrer, será necessário fazer o preenchimento dos cupons que serão distribuídos em cada seção do Spetacollo. Ao todo, serão exibidas dez seções com entrada franca, direcionadas para um público confirmado, oriundo de mais de 30 municípios.

Assessoria CESURG
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Judoca Rafaela Silva dá primeira medalha de ouro ao Brasil

A judoca brasileira Rafaela Silva derrotou a atleta Dorjsürengiin Sumiya, da Mongólia, na final na categoria até 57 quilos feminino. É a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Com um wazari sobre a oponente, Rafaela conquistou 10 pontos e soube administrar a luta até o final, com o apoio da torcida brasileira.

Nas disputas de hoje (8), Rafaela já havia vencido a romena Corina Caprioriu, a alemã Myriam Roper, a sul-coreana Kim Jandi e a húngara Hedvig Karakas. A portuguesa Telma Monteiro venceu por um yuko a romena Corina Caprioriu e ficou com a medalha de bronze.

Rafaela Silva é carioca, tem 24 anos, e cresceu na comunidade Cidade de Deus. Começou a praticar judô com 5 anos, em uma academia na rua de sua casa. Aos 8 anos, entrou no Instituto Reação, no Rio de Janeiro.

Em 2011, ganhou a medalha de prata nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara, no México e, em 2015, conquistou a de bronze no Pan de Toronto. Também foi foi vice-campeã mundial em Paris 2011. Na Olimpíada de 2012, em Londres, Rafaela foi desclassificada pelos juízes na segunda rodada por um golpe ilegal.

Rafaela conquistou a medalha de ouro no Mundial de Judô de 2013, prata no Mundial de 2011 e bronze no World Masters de 2012.
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CESURG presta assessoria para Juventude Camponesa

Nos dias 05, 06 e 07 de Agosto aconteceu em Passo Fundo na ESCAJUR, uma atividade formativa de lideranças/militantes da Pastoral da Juventude Rural do Rio Grande do Sul.
O CESURG, através do professor Rudimar Barea e do professor Claudio Alberto dos Santos, contribuiu na formação pedagógica do grupo. Já no sábado à noite, o coordenador de extensão do CESURG-SARANDI Marcos Lazzaretti, bem como o Diretor-Presidente do CESURG Rafael Rosseto, também participaram da atividade, provocando a juventude a continuar na luta em busca de realizar seus sonhos.
Na ocasião o Diretor-Presidente Rafael Rossetto afirmou: “A juventude deve ir em busca de realizar seus sonhos que sempre dão trabalho, mas quando a busca é coletiva a caminhada é mais animadora e por isso a juventude que junta ousa sonhar constrói uma caminhada bonita em direção a uma sociedade mais justa e fraterna”, disse.
O CESURG por meio de toda sua direção e quadro de docentes deseja sucesso na caminhada da Juventude Camponesa e se coloca à disposição para ajudar construir e edificar o sonho da juventude, que é de permanecer no campo com direito à terra, pão e dignidade como carrega o lema da Pastoral da Juventude Rural.

Assessoria CESURG
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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

CESURG - SARANDI sorteará bolsas de estudo no Spetacollo Tum Tum

O público presente durante o Spetacollo Tum Tum, que será apresentado nos próximos dias 17, 18, 19 e 20 de agosto em Barra Funda, terá a
oportunidade de concorrer a três bolsas de estudo sorteadas pelo CESURG nos valores de 100%, 50% e 25% para qualquer curso superior ou profissionalizante.
A ação é parte de uma parceria entre a faculdade e a administração municipal do município e será realizada com o objetivo de repetir o sucesso do ano anterior, quando outras três bolsas foram rifadas durante o Spectacle Sonhos, em Novembro.
Para concorrer, será necessário fazer o preenchimento dos cupons que serão distribuídos em cada seção do Spetacollo. Ao todo, serão exibidas dez seções com entrada franca, direcionadas para um público confirmado, oriundo de mais de 30 municípios.

Assessoria CESURG
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Justiça Federal determina reintegração de posse em Vicente Dutra

FOTO - Eder Calegari
Cerca de oito hectares de terras foram ocupados nas linhas Caminhão, Bilibio e Pinheiro. 
As ações envolvendo indígenas e agricultores tiveram um novo desdobramento. Depois de os índios Kaingangs da Reserva Indígena Rio dos índios, localizada no município de Vicente Dutra, realizarem a ocupação de cerca de oito hectares de terra nas linhas Caminhão, Bilibio e Pinheiro no dia 27 de julho, a Justiça determinou a reintegração de posse das mesmas, dando prazo de 30 dias para que os indígenas desocupem as propriedades.

A decisão

Segundo informações obtidas com a Justiça Federal do Estado, duas decisões liminares foram emitidas, uma no dia 1º e outra no dia 2 de agosto, determinando a reintegração de posse da área ocupada pelos índios Kaingangs. Em cada um dos documentos, além da ordem de reintegração, é solicitada também autorização para demolição de construções que porventura possam ter sido efetuadas pelos indígenas.

As ações foram movidas pelos agricultores donos das terras que foram demarcadas em 2005 e, a partir de então, passaram a ser consideradas terras indígenas. No entanto, eles aguardam o pagamento das indenizações das benfeitorias e das terras por parte da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Ainda conforme a Justiça Federal, o juiz federal substituto, Bruno Polgati Diehl, que foi quem julgou os dois processos, reconhece que os autores das ações conseguiram provar a posse da propriedade, comprovando a invasão da propriedade, além de terem apresentado requisitos para a concessão da liminar de reintegração. O processo ainda não foi sentenciado.

Após tomarem conhecimento da sentença judicial, os indígenas recorrerão da decisão a fim de derrubar as liminares de reintegração, conforme afirmou o cacique da Reserva, Luis Salvador.

– Temos 30 dias para nos defender. Já contatamos nosso advogado e iremos entrar com recurso para derrubar a ação de reintegração de posse de forma legal. Isso faz parte de uma jogada de Governo e não iremos desocupar a terra –, enfatizou Salvador.

Em caso de descumprimento da decisão, foram autorizadas a utilização de força policial e pena de multa diária de R$ 100.

Entenda o caso

No dia 26 de julho, uma mobilização na ERS-150, rodovia que liga Vicente Dutra a Caiçara, marcou o início das ações dos índios Kaingangs, que bloquearam as vias com o objetivo de chamar a atenção do Governo Federal quanto ao pagamento das indenizações das benfeitorias e das terras aos agricultores.

As ações tiveram continuidade quando, no dia 27 de julho, os indígenas ocuparam terras nas linhas Caminhão, Bilibio e Pinheiro, a fim de que a situação envolvendo os impasses das terras fossem resolvidos com mais agilidade. O local ocupado faz divisa com a aldeia onde atualmente vivem cerca de 46 famílias – 186 pessoas –, e está incluído na área de 715 hectares demarcados pela Funai como terra indígena.
Fonte: FOLHA
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Nonoai - Transferida Provas da IVª Etapa da Copa Sul de Arrancadas

A chuva registrada na noite deste domingo, (07/08) obrigou a comissão organizadora da Copa Sul de Arrancadas a transferir a data da prova de arrancadas que será realizada em Nonoai. Com isso, a quarta etapa foi marcada para os dias 20 e 21 de agosto.
De acordo com o Automóvel Clube de Nonoai, a quarta etapa da Copa Sul de Arrancadas deve receber cerca de 50 pilotos. Conforme o tesoureiro do Automóvel Clube, Ademir de Oliveira, as provas iniciam efetivamente no início da tarde de domingo com a participação dos pilotos de Santa Catarina, Paraná e do norte gaúcho. “No sábado se prepara a pista e se instala os equipamentos, e no domingo as provas”, disse. Ele destacou ainda que o parque do Automóvel Clube disponibiliza uma infraestrutura privilegiada com 400 metros de pista asfaltada, banheiros e churrasqueiras para as refeições e com segurança privada.
De acordo com o calendário, a sexta etapa da Copa Sul ocorre dia 9 de outubro em Guaporé e a final está marcada para Passo Fundo dia 27 de novembro.
Fonte: PN
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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Aula Magna inaugura o segundo semestre de aulas no CESURG - SARANDI

Palestra foi ministrada por Márcio Sequeira de Oliveira, capa da edição de julho da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios.
Dezenas de acadêmicos que iniciaram seus cursos no CESURG | SARANDI participaram nesta quarta-feira, 3 de agosto, da Aula Magna com o arquiteto e pesquisador Márcio Sequeira de Oliveira, que ministrou a palestra “Quanto vale a sua IDEIA? Vale a pena acreditar em seus sonhos?” no auditório da instituição. Márcio desenvolveu o projeto Mola, que foi lançado em uma plataforma de financiamento coletivo e bateu o recorde de arrecadação, angariando R$ 600 mil em 45 dias. O projeto teve 1.583 apoiadores vindos de 30 países. O palestrante também foi o vencedor do prêmio Brasil Criativo 2014 na categoria Design e finalista no Creative Business Cup Brazil 2014. A elaboração do Mola rendeu ao arquiteto a capa da edição de julho da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios.
O evento faz parte das programações do início do semestre e contou com a presença de estudantes dos cursos de graduação em administração, gestão de cooperativas e pedagogia e dos técnicos em segurança do trabalho, recursos humanos, transações imobiliárias, comércio, informática e finanças, bem como o corpo docente e a direção do CESURG e importantes empresários do município, entre eles o presidente da Acisar Antônio Carlos Zandoná. O diretor e presidente do CESURG Rafael Rossetto afirmou que o seu objetivo é fazer uma instituição de fora para dentro, de modo a somar forças com a comunidade e promover o seu desenvolvimento. “Nós queremos fazer mais do que trazer o novo para a nossa região, nós queremos inovar, porque nem sempre o novo é inovador. Valorizando iniciativas que venham a agregar em termos de conhecimento e sucesso, nós poderemos fazer a nossa comunidade evoluir”, disse o diretor.
Márcio iniciou a palestra explicando o que é o projeto Mola. “Eu costumo dizer o Mola é uma espécie de lego para engenheiros e arquitetos, é uma nova forma de ensinar o comportamento de construções e estruturas”, afirmou. “Ele simula construções reais de uma forma fácil, intuitiva e de forma lúdica, aí é possível visualizar fenômenos físicos que são imperceptíveis a olho nu em um edifício real, o que facilita muito o ensino nas escolas e faculdades”. Segundo ele, o desenvolvimento do projeto foi viabilizado através de uma plataforma de financiamento coletivo na internet, que deu um resultado bastante positivo e que o surpreendeu por angariar mais de 1000% além da meta, exemplo que mostra o quanto é necessário acreditar nos próprios sonhos e buscar os seus objetivos.
O término da palestra ocorreu às 22h, culminando na apresentação de um modelo do projeto Mola para os presentes, que observaram a dinâmica e os processos representados. Márcio ainda declarou que sentiu-se muito gratificado por conhecer o CESURG em seus primeiros passos como instituição de ensino em Sarandi e também por ter sido chamado a fazer parte dessa história, ao proferir a primeira Aula Magna dos novos cursos abertos. “Participar de tudo isso me deixa muito feliz, se eu puder ajudar e inspirar algum aluno com a minha história eu já fico muito satisfeito”, concluiu.

Assessoria CESURG
Legenda: Márcio Sequeira de Oliveira ministrou a palestra “Quanto vale a sua IDEIA? Vale a pena acreditar em seus sonhos?”
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