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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

As sementes crioulas são o destaque em Seberi neste domingo

MPA promove evento que celebra a simbologia mais importante da agroecologia: a relação da natureza sem a interferência da manipulação genética ou a inserção de produtos agroquímicos

No próximo domingo, 29, são esperados na Linha tesoura, em Seberi, mais de 1.200 agricultores camponeses de mais de 30 municípios do norte gaúcho e oeste catarinense. O motivo que está mobilizando essas pessoas é a terceira edição da Festa da Semente Crioula, evento promovido pelo MPA em parceria com uma cooperativa camponesa local, a Cooperbio, que está cedendo...................................

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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Cultura começa a formar os grãos nas lavouras gaúchas

O clima tem influenciado de forma favorável o desenvolvimento do trigo no Rio Grande do Sul e as lavouras aceleram o processo de floração, alcançando 15% do total implantado no Estado, conforme informações da Emater/RS-Ascar. Já as lavouras de trigo em fase de formação ou enchimento de grãos atingem 2% da área, que é de 766.864 hectares.
A atenção dos produtores está no monitorando de doenças, como ferrugens e manchas foliares e nas adubações de cobertura, em especial nas áreas semeadas no final do período recomendado pelo zoneamento agroclimático.
“Importante destacar que nas próximas semanas a maior parte das lavouras de trigo estará na fase de floração/formação de grão, ou seja, suscetível às baixas temperaturas”, observa o diretor técnico da Emater/RS, Lino Moura, ao lembrar que, ao longo dos anos, geadas neste período têm provocado severos danos à cultura.

Com informações da Emater/RS-Ascar.

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Morango - cresce implantação do sistema protegido na região

A produção de morangos na região do Alto Uruguai tem migrado direto do solo para o sistema protegido. Vários municípios estão cultivando em bancada, como Erval Grande, Áurea, Estação, Getúlio Vargas, Erechim.

Entre as vantagens está a diminuição da penosidade do produtor que pode trabalhar em pé e não mais agachado, facilitando o manejo. Além disso, como o plantio é feito no substrato, praticamente as doenças são eliminadas.

De acordo com o agrônomo da Emater Regional, Nilton Cipriano de Souza, a estrutura é semelhante a estufa, porém esta é fechada nos quatro cantos e a bancada é fechada somente na parte superior. “O morango é todo plantado num substrato, saslab, colocado em cima da estrutura de até 40 metros de fila”.

Com relação ao custo, o que encarece é a irrigação. Souza diz que o sistema precisa da caixa com água de 5 ou 10 mil litros, motobomba e a canalização. “Hoje para produzir uma estufa de 5 metros de largura por 40 m de comprimento o custo aproximado é de R$ 12 mil”.

Com relação a área cultivada em bancada são cerca de 2,5 hectares produzindo em torno de 18 toneladas de morango – a produção varia conforme a estrutura e o tamanho.

Diretamente no solo os produtores estão abandonando, mas ainda há cerca de 2 hectares em produção, com uma produção cerca de 30% inferior.

Souza salienta que uma vez instalado o sistema protegido, a produção ocorre o ano todo. “Esse sistema permite controlar melhor a produção”, diz.

Toda produção regional é comercializada na região.

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Esclarecimento - Publicado a pedido


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INFORMATIVO PARA A IMPRENSA
ML&A Comunicações
Mariana Faria/ Fernanda Elen
Tel: (11) 99508-5467/ 3811-2820 – r. 833


São Paulo, 24 de agosto de 2016 – A Iniciativa 2,4-D, grupo formado pelas empresas Atanor, Dow AgroSciences e Nufarm para gerar informação técnica sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas, teve acesso ao texto “'Epidemia de câncer'? Alto índice de agricultores gaúchos doentes põe agrotóxicos em xeque”, publicado no site da BBC Brasil e reproduzido pelo portal da rádio, e gostaria de esclarecer algumas informações.


Erroneamente, o herbicida 2,4-D tem sido associado aos efeitos negativos do Agente Laranja, utilizado como desfolhante na Guerra do Vietnã. O 2,4-D foi um dos componentes do Agente Laranja, juntamente com outra molécula do grupo fenoxi, o 2,4,5-T. Pesquisadores concluíram que o 2,4,5-T foi o elemento de preocupação no Agente Laranja, em função de possível contaminação por dioxina. Como resultado, sua comercialização foi descontinuada há mais de 25 anos (produção e registro), enquanto o 2,4-D continua a ser um dos herbicidas mais confiáveis e utilizados em todo o mundo.

Com mais de 40 mil estudos conduzidos por diversas instituições de pesquisas acadêmicas e governamentais de diferentes nações, o 2,4-D possui registro em cerca de 100 países, incluindo o Brasil, e não é proibido em nenhum lugar do mundo.

Sobre a Iniciativa 2,4-D

A Iniciativa 2,4-D tem como propósito gerar informação técnica sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas, além de apoiar projetos que abordem esta questão, como o Projeto “Acerte o Alvo – evite a deriva na aplicação de agrotóxicos”, realizado no Paraná. O foco é educar o produtor sobre a importância da utilização correta de tecnologias que garantam a qualidade da aplicação dos defensivos agrícolas. O grupo defende que o uso adequado das tecnologias de aplicação e a precaução para evitar a deriva são essenciais para garantir a eficácia e a segurança ambiental na utilização de defensivos agrícolas. A Iniciativa 2,4-D se apresenta como fonte de informação e esclarecimento, que, apoiada por estudos acadêmicos, visa desmistificar o emprego do 2,4-D.

Visite: www.iniciativa24d.com.br



http://mla.com.br/clientes/mla/assinaturas/2013/nomes/fernanda.jpg

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terça-feira, 23 de agosto de 2016

'Epidemia de câncer'? Alto índice de agricultores gaúchos doentes põe agrotóxicos em xeque

Oncologista Fábio Franke vê relação direta entre agrotóxicos e câncer
- Foto: Diogo Zanatta/BBC Brasil
O agricultor Atílio Marques da Rosa, de 76 anos, andava de moto quando sentiu uma forte tontura e caiu na frente de casa em Braga, uma cidadezinha de menos de 4 mil habitantes no interior do Rio Grande do Sul.

"A tontura reapareceu depois, e os exames mostraram o câncer", conta o filho Osmar Marques da Rosa, de 55 anos, que também é agricultor.

Seu Atílio foi diagnosticado há um ano com um tumor na cabeça, localizado entre o cérebro e os olhos. Por causa da doença, já não trabalha em sua pequena propriedade, na qual produzia milho e mandioca.

Para ele, o câncer tem origem: o contato com agrotóxicos, produtos químicos usados para matar insetos ou plantas dos quais o Brasil é líder mundial em consumo desde 2009.

"Meu pai acusa muito esse negócio de veneno. Ele nunca usou, mas as fazendas vizinhas sempre pulverizavam a soja com avião e tudo", diz Osmar.

O noroeste gaúcho, onde seu Atílio mora, é campeão nacional no uso de agrotóxicos, segundo um mapa do Laboratório de Geografia Agrária da USP, elaborado a partir de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Para especialistas que lidam com o problema localmente, não há dúvidas sobre a relação entre o veneno e a doença.

"Diversos estudos apontam a relação do uso de agrotóxicos com o câncer", diz o oncologista Fábio Franke, coordenador do Centro de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon) do Hospital de Caridade de Ijuí, que atende 120 municípios da região.

Um dos principais problemas é que boa parte dos trabalhadores não segue as instruções técnicas para o manejo das substâncias.

"Nós sempre perguntamos se usam proteção, se usam equipamento. Mas atendemos principalmente pessoas carentes. Da renda deles não sobra para comprar máscaras, luvas, óculos. Eles ficam expostos", diz Emília Barcelos Nascimento, voluntária da Liga Feminina de Combate ao Câncer de Ijuí.

Anderson Scheifler, assistente social da Associação de Apoio a Pessoas com Câncer da cidade (Aapecan), corrobora: "Temos como relato de vida dessas pessoas um histórico de utilização excessiva de defensivos agrícolas e, na maioria das vezes, sem uso de proteção".

'Alarmante epidemia'

Um estudo realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) comparou o número de mortes por câncer da microrregião de Ijuí com as registradas no Estado e no país entre 1979 e 2003 e constatou que a taxa de mortalidade local supera tanto a gaúcha, que já é alta, como a nacional.

De acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer), o Rio Grande do Sul é o Estado com a maior taxa de mortalidade pela doença. Em 2013, foram 186,11 homens e 140,54 mulheres mortos para cada grupo de 100 mil habitantes de cada sexo.

O índice é bem superior ao registrado pelos segundos colocados, Paraná (137,60 homens) e Rio de Janeiro (118,89 mulheres).

O Estado também é líder na estimativa de novos casos de câncer neste ano, também elaborada pelo Inca - 588,45 homens e 451,89 mulheres para cada 100 mil pessoas de cada sexo.

Em 2014, 17,5 mil pessoas morreram de câncer em terras gaúchas - no país todo, foram 195 mil óbitos.
Especialistas ligam uso de agrotóxicos à alta incidência de câncer no RS
 - Foto: Diogo Zanatta/BBC Brasil
Especialistas ligam uso de agrotóxicos à alta incidência de câncer no RS - Foto: Diogo Zanatta/BBC Brasil

Anualmente, cerca de 3,6 mil novos pacientes são atendidos na unidade coordenada por Franke. Se incluídos os antigos, são 23 mil atendimentos. Destes, 22 mil são bancados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) - os cofres públicos desembolsam cerca de R$ 12 milhões por ano para os tratamentos.

Segundo o oncologista, a maioria dos doentes vem da área rural - mas o problema pode ser ainda maior, já que os malefícios dos agrotóxicos não ocorrem apenas por exposição direta pelo trabalho no campo, mas também via alimentação, contaminação da água e ar.

"Se esses números fossem de pacientes de dengue ou mesmo uma simples gripe, não tenho dúvida de que a situação seria tratada como a mais alarmante epidemia, com decreto de calamidade pública e tudo. Mas é câncer. Há um silêncio estranho em torno dessa realidade", afirma o promotor Nilton Kasctin do Santos, do Ministério Público da cidade de Catuípe.

"Milhares de pessoas estão morrendo de câncer por causa dos agrotóxicos", acrescenta ele, que atua no combate aos produtos.

Procurado pela BBC Brasil, o Sindiveg (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal), que representa os fabricantes de agrotóxicos, encaminhou o questionamento para a Andef (Associação Nacional de Defesa Vegetal), que responde basicamente pelas mesmas empresas.

Em nota, a Andef afirma que "toda substância química, sintetizada em laboratório ou mesmo aquelas encontradas na natureza, pode ser considerada um agente tóxico" e que os riscos à saúde dependem "das condições de exposição, que incluem: a dose (quantidade de ingestão ou contato), o tempo, a frequência etc.".

O texto afirma ainda que "o setor de defensivos agrícolas apresenta o grau de regulamentação mais rígido do mundo".

Salto no consumo

A comercialização de agrotóxicos aumentou 155% em dez anos no Brasil, apontam os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS), estudo elaborado pelo IBGE no ano passado - entre 2002 e 2012, o uso saltou de 2,7 quilos por hectare para 6,9 quilos por hectare.

O número é preocupante, especialmente porque 64,1% dos venenos aplicados em 2012 foram considerados como perigosos e 27,7% muito perigosos, aponta o IBGE.

O Inca é um dos órgãos que se posicionam oficialmente "contra as atuais práticas de uso de agrotóxicos no Brasil" e "ressalta seus riscos à saúde, em especial nas causas do câncer".

Como solução, recomenda o fim da pulverização aérea dos venenos, o fim da isenção fiscal para a comercialização dos produtos e o incentivo à agricultura orgânica, que não usa agrotóxico para o cultivo de alimentos.

Márcia Sarpa Campos Mello, pesquisadora do instituto e uma das autoras do "Dossiê Abrasco - Os impactos dos Agrotóxicos na Saúde", ressalta que o agrotóxico mais usado no Brasil, o glifosato - vendido com o nome de Roundup e fabricado pela Monsanto - é proibido em toda a Europa.

Segundo ela, o glifosato está relacionado aos cânceres de mama e próstata, além de linfoma e outras mutações genéticas.

"A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que 80% dos casos de câncer são atribuídos à exposição de agentes químicos. Se os agrotóxicos também são esses agentes, o que já está comprovado, temos que diminuir ou banir completamente esses produtos", defende.

Procurada, a Monsanto afirma que "todos os usos de produtos registrados à base de glifosato são seguros para a saúde e o meio ambiente, o que é comprovado por um dos maiores bancos de dados científicos já compilados sobre um produto agrícola".

A empresa diz ainda tratar-se de "um dos herbicidas mais usados no mundo, por mais de 40 anos e em mais de 160 países", e que "nenhuma associação do glifosato com essas doenças é apoiada por testes de toxicologia, experimentação ou observações".

Três vezes mais

Segundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o brasileiro consome até 12 litros de agrotóxico por ano.

A bióloga Francesca Werner Ferreira, da Aipan (Associação Ijuiense de Proteção ao Ambiente Natural) e professora da Unijuí (Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul), alerta que a situação é ainda pior no noroeste gaúcho, onde o volume consumido pode ser três vezes maior.

Ela conta que produtores da região têm abusado das substâncias para secar culturas fora de época da colheita e, assim, aumentar a produção. É o caso do trigo, que recebe doses extras de glifosato, 2,4-D, um dos componentes do "agente laranja", usado como arma química durante a Guerra do Vietnã, e paraquat.
A agricultura é uma das atividades mais importantes para a economia do noroeste gaúcho
- Foto: Diogo Zanatta/BBC Brasil
Segundo o promotor Nilton Kasctin do Santos, este último causa necrose nos rins e morte das células do pulmão, que terminam em asfixia sem que haja a possibilidade de aplicação de oxigênio, pois isso potencializaria os efeitos da substância.

"Nada disso é invenção de palpiteiro, de ambientalista de esquerda ou de algum cientista maluco que nunca tomou sol. Também não é invenção de algum inimigo do agronegócio. Sabe quem diz tudo isso sobre o paraquat? O próprio fabricante. Está na bula, no rótulo", alerta o promotor.

No último ano, 52 pessoas morreram por intoxicação por paraquat em terras gaúchas, segundo o Centro de Informação Toxicológica do Estado.

No Brasil, 1.186 mortes foram causadas por intoxicação por agrotóxico de 2007 a 2014, segundo a coordenadora do Laboratório de Geografia Agrária da USP, Larissa Bombardi.

A estimativa é que para cada registro de intoxicação existam outros 50 casos não notificados, afirma ela. A pesquisa da professora aponta ainda que 300 bebês de zero a um ano de idade sofreram intoxicação no mesmo período.

A Syngenta, fabricante do paraquat, não se manifestou sobre os casos de intoxicação e afirmou endossar o posicionamento da Andef.

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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Polícia Civil investiga a morte de abelhas no interior de São Martinho

A morte de 60 colmeias de um apiário está sendo investigada pela Polícia Civil de São Martinho. A ocorrência foi registrada na última quarta-feira.m Os policiais investigam se algum inseticida provocou a morte das abelhas. A Patrulha Ambiental de Três Passos realizou uma perícia e na próxima semana deve emitir um laudo para apontar as causas do ocorrido. A suspeita de crime ambiental foi levantada em uma propriedade da localidade de São Luiz, no interior do município. Conforme a Polícia Civil, as colmeias estavam instaladas em um mato. A constatação da morte das abelhas ocorreu no dia 12. A penúltima visita ao local tinha sido no dia 28 de julho.
Fonte: RSNORTE
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domingo, 10 de julho de 2016

Exportação de suco de laranja cai 5% em volume

As exportações brasileiras totais de suco de laranja somaram 1,081 milhão de toneladas na safra 2015/2016, encerrada em 30 de junho, queda de 5% sobre o total de 1,131 milhão de toneladas movimentado em 2014/2015. A receita com as exportações totais de suco alcançou US$ 1,745 bilhão na safra 2015/2016, recuo de 14,6% sobre o total de US$ 2,043 bilhões do período 2014/2015. O levantamento, divulgado pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR) a partir dos dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), considera a soma dos volumes de suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ) e do não concentrado e congelado (NFC), o suco fresco. O volume de NFC, que é seis vezes maior, é transformado no equivalente em FCOJ e somado ao do concentrado no total divulgado. O volume exportado de FCOJ caiu 7,9%, para 855.189 toneladas em 2015/2016, de 928.490 toneladas em 2014/2015.

A receita com o suco concentrado e congelado recuou 18,4% de US$ 1,619 bilhão pra US$ 1,321 bilhão entre os períodos. Já o volume de NFC cresceu 7,8% entre 2014/2015 e 2015/2016, de 209.407 toneladas para 225.750 toneladas. A receita de suco fresco ficou estável, em US$ 423,6 milhões. Segundo o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto, a queda nas exportações do suco de laranja em 2015/2016 foi basicamente pelos recuos das importações do mercado norte-americano na safra passada, de 19% no volume e de 27% na receita. Para Netto, a redução nas compras dos Estados Unidos ocorreu porque na safra anterior, 2014/2015, a indústria brasileira enviou um volume maior àquele mercado temendo que a queda na produção de laranja na Flórida poderia prejudicar a oferta local.
Fonte Jornal BD
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